CATEGORIA ADULTA - SELECIONADOS DE 4° A 10° SEM CLASSIFICAÇÃO
Nome: Beloni Prestes Faller
Pseudônimo: Filomena
Cidade: Sobradinho - RS
Titulo: Filó
Filó
Filó é de fino trato, adora tomar banho e colocar florzinha na cabeça. Usa roupa sob medida e no inverno não recusa cachecol. Adora dormir no sofá, apesar de ter uma caminha fofinha só pra ela. É uma gracinha, pretinha com olhos cor de mel e não dispensa as guloseimas que a mamãe prepara. Gosta de ficar junto com as crianças brincando, tem um ouvido que é só pra ver. Obediente, nunca fora para a rua, apesar de ser pequena.
Um dia, porém, Filó foi para frente da casa, acompanhando papai que sairia para o trabalho. Estava ela na calçada quando avistou no outro lado da rua um gatinho. Mais que depressa, Filó saiu correndo em direção ao bichano, porém, ao atravessar a rua, um carro veio em sua direção. Pobre Filó ficou em baixo do automóvel!
O pessoal socorreu-a, fizeram massagem e nada, Filó continuava imóvel, sem mexer uma unha. Coitadinha, tão amiga, tão brincalhona, que tristeza, diziam. Precisávamos providenciar o enterro, colocaram Filó no carro, levando aquela que por muito tempo foi o Xodó da família, para um lugar onde pudesse descansar. Ao pegar a Filó, resolveram dar o ultimo adeus para aquele ser que tanta felicidade trouxe à família e qual fora a surpresa? Ela estava muito mal, mas ainda estava viva.
Mais que depressa, levaram-na para o médico de animais, que assim falou: - Não tem jeito, não há o que fazer!
Muito tristes, trouxeram Filó para casa e começaram a medicá-la. Aos poucos, cercada de muito carinho e amor, conseguiu se restabelecer.
Ficou com algumas sequelas, é bem verdade, mas viva.
Hoje, Filó é mais mimada ainda e todos os dias a família agradece ao Santo Protetor dos animais pela graça recebida. Afinal, eles muitas vezes são mais amigos e leais do que os homens que se julgam superiores, mas que maltratam os bichinhos como se eles não tivessem sentimentos.
Filó é um exemplo vivo que podemos fazer pelos animais, amá-los e respeitá-los, contemplando-os em sua plenitude é estar preservando a natureza e também estar mais próximo a Deus.
Nome: Adriano Jeferson Dreher
Pseudônimo: Campeiro
Cidade: Sobradinho - RS
Titulo: A Sustentabilidade do Meio ou O Meio da Sustentabilidade
A Sustentabilidade do Meio ou O Meio da Sustentabilidade?
Políticas públicas, e também privadas, discursos, cursos, propagandas e investimentos. O assunto SUStentabilidade parece estar mesmo a deriva de um Sistema Único da minoria desfavorecida que busca realmente desenvolver ações para a preservação do meio. Embora os incentivos de grandes mercenários, empresários e governantes, poucas atitudes praticas visualizamos destes “honrados homens” que descartam cotidianamente tudo, ate mesmo seres humanos, na busca do poder, da ambição, e do extremo luxo de seu meio.
A sustentabilidade entoa versos e falas glamorosas, mas, temos como “sustentar” as palavras jogadas ao vento em prol da defesa efetiva do meio ambiente natural?
Sustentabilidade emana comunitariamente tomar nossas condições no processo de sobrevivência pertinentes apenas às nossas necessidades presentes, sem comprometimento co a defasagem dos recursos naturais para as gerações futuras. O que vemos, no entanto, é que o terno tornou-se um suporte de promoção, um “meio” para a sustentabilidade de discursos ambientais e propostas de governo.
Sustentar palavras, nos tempos dos “homens de bigode na cara” era transformá-las em ações, sem esmorecer ou emergir qualquer gesto de contrariedade ao que foi dito. Assim, a sustentabilidade do meio é atitude de poucos. Mais uma vez estamos “retirando” do meio ambiente sem se retomar e Ele, ou seja, a intencionalidade do uso mágico da expressão “sustentável” denigre ainda mais a natureza, não contribuindo em nada com sua preservação, apenas mascarando os impactos causados por um “extrativismo”, um tanto “primitivo”.
Este jogo de palavras reflete um jogo de interesses. Dimensões inimagináveis entornam este cenário que busca um meio para a “sua” sustentabilidade, utilizando-se da sustentabilidade do meio!
Nome: Sandra A. Pohlmann Redin
Pseudônimo: Salete
Cidade: Sobradinho - RS
Titulo: Simplesmente Amor
Simplesmente Amor
Dia desses conheci dona Bibiana, senhora miudinha, de semblante tranquilo, olhar esperto, oitenta e oito anos de vida e muito boa de prosa. Pude ouvir uma pequena parte de sua historia, que ela contou com clareza e riqueza de detalhes.
Órfã de mãe aos seis anos de idade foi criada por um casal de descendentes de imigrantes alemães, tendo o pai de criação nascido na viagem de vinda ao Brasil. Dona Bibiana fala com grande carinho de tudo o que aprendeu deles, lições de bom comportamento, o trabalho com a casa e com a terra, o respeito ao próximo e a natureza e inclusive a língua alemã.
Conta orgulhosa que se casou ainda jovem e teve todo apoio dos pais que lhe presentearam com terra, casa e todo o necessário para iniciar uma nova vida, e neste momento, nem pausa, olha o horizonte e dos seus olhos vejo brotar um brilho diferente enquanto vai contando sua vida ao lado do amado esposo, historias de lutas, trabalho, alegrias, felicidade, carinho e amor.
Maravilhosa vida minha que me permite ter a chance de ouvir palavras tão sabias, de tanta verdade, da tanta saudade... Num tempo em que ninguém mais tem tempo para ouvir, nem tão pouco para refletir a grandeza da simplicidade do amor.
Dona Bibiana quase não usa remédios, em nem um momento queixou-se da vida, num tempo em que jovens mulheres de trinta anos ou menos sofrem de depressão aos milhares, ver sua postura serena diante da perda do amado e de quatro de seus oito filhos, me fez refletir sobre valores. O que vale de verdade no final de nossos dias os “bens” que fizemos na vida ou bem que a vida nos fez?
Não se a verei de novo, mas pelo resto dos meus dias lembrarei sua simpatia, sua verdade e o seu sorriso encantador e faceiro ao falar simplesmente de amor.
Nome: Geraldo Trombin
Pseudônimo: Areg
Cidade: Americana - SP
Titulo: Os Ensinamentos da Dona Régua
Os Ensinamentos da Dona Régua
Assim, do nada, voltei aos meus sete anos. Tempo do grupo, como se dizia antigamente. E eu me vi exatamente assim no álbum das minhas mais remotas memórias fotográficas; um indefeso pedacinho de gente, em pé, entre a mesa da professora e a gigantesca lousa, inerte, tão branco quanto giz que segurava em minha pequenina e frágil mão. Ora olhando para o seu já emburrado rosto; ora para o objeto de madeira fina e solido que empunhava, aparentando medir mais de metro de tão comprido; depois para o enorme problema que arrumou pra mim, persistindo sem qualquer solução. Não sabia o que fazer como resolver. Os minutos, ali parado, pareciam intermináveis horas no cárcere, um eterno e gélido castigo. De repente, percebo aquele artefato alongado vindo em minha direção, acertando em cheio a minha cabeça, me levando ao chão, de cócoras, aos soluços e prantos incessantes. Só podia ser ela
Era 1966 ou 1967. Não me lembro ao certo, talvez 1968. O que me recordo é que, naquela época, o quadro era realmente negro, ostentando logo acima da moldura superior um dos símbolos maiores da nossa querida pátria amada idolatrada, salva, salve – a Bandeira do Nacional. Negra também era a situação de alguns alunos da segunda e terceira series do primário do nosso colégio. Entre eles, eu e dois irmãos- amiguinho de bairro, que, apesar de não estudarmos nas mesmas salas, sofríamos de um terrível e incorrigível mal comum: o medo dentro da classe, provocado por aquela mesma senhora que se utilizava de um sistema de ensino nada convencional muito menos didático; a metodologia da régua aliada à cara feia.
Resultado: quando tínhamos aula com a dita cuja, nem arrastados queríamos ir à escola, queríamos mais é distancia; quando íamos e éramos chamados lá na frente para fazer o exercício: taquicardia, tremedeira no corpo, boca seca, olhos arregalados e a sensação de estarmos quase sempre fazendo aquilo nas calças. Ate os nossos bem cuidados e protegidos materiais escolares cadernos, canetas, lápis e borrachas - ficavam num verdadeiro treme-treme dentro da bolsa, sem querer sair daquele lugarzinho tão seguro.
Preferiam permanecer escondidinhos, longe dos olhos da vil mestra. A coisa ficava mais preta quando não sabíamos a matéria ou errávamos a questão. Daí pronto! Na frente de todo mundo, como represália, a Dona Régua entrava em ação, comia solto, castigava: era petardo pra Ca, tabefe pra lá. Um verdadeiro Deus nos acuda, um horror que não parecia ter fim. Aprendíamos na marra ou na porrada. Ou melhor, na reguada.
Realidades bem distantes dos direitos humanos de hoje, a coação e a hostilidade eram tantas que trouxeram desastrosas conseqüências, nem tanto a mim, mas aos meus coleguinhas, sendo desconfortavelmente à carteira perante os sórdidos olhares de tamanho algoz educacional.
Graças que – cada um ao seu tempo – todos passaram de ano, seguiram suas vidas trilhando o caminho do bem, sem qualquer seqüela daquela que, em vez de sala de aula, acabou transformando-se em uma temida sala de torturas.
Só espero que a famigerada docente não tenha levado para dentro de sua própria casa, ao seu querido filho – igualmente aluno daquele estabelecimento público-, tão árdua disciplina e assustadora lição, motivadas por suas frustrações ou, quem sabe, a desconcertante viuvez.
E que como eu, diante deste quadro tão negro da educação, ele também, ao se formar, tenha exaltado, cantado com muita alegria e orgulho, guardando carinhosamente em suas reminiscências a sabia mensagem do nosso memorável hino escolar: “querida escola, adeus, adeus, despeço-me de ti com saudades, pois tua lembrança ira me conduzir às portas da felicidade”.
Nome: Rosa Maria Pasa
Pseudônimo: Esperança
Cidade: Passa Sete- RS
Titulo: Encanto, Magia e Economia
Encanto, Magia e Economia
A execução de uma receita culinária pode ser um momento mágico que seduz e encanta.
Desde criança vivenciei experimentos marcantes que, sem sombra de duvida, pode-se dizer, ate incomuns para a maioria das crianças, ler e escrever também era “coisa que fazia em casa”,mesmo antes de ingressar na escola.
Entre tantas ciosas que aprenderíamos no entorno familiar, creio que a mais “mágica e encantadora” foi a produção do fermento químico em pó – o “Royal”.
Ao certo, eu não sei onde minha mãe, MCP, aprendeu a formula. Quem sabe, tenha sido nas reuniões dos clubes 4 S da ASCAR (EMATER), que minha irmã mais velha frequentava (e eu acompanhava-a, lá com meus menos de 10 anos de idade, me encantando com tudo o que lá acontecia! ); ou na Semana Ruralista que ocorreria no mês de julho, na paróquia São Marcos, de Vila Segredo, RS, também ministrada pela ASCAR. Tais encontros visavam em primeiro lugar, o incentivo a produção caseira de alimentos (para as mulheres).
O momento do preparo do fermento era muito esperado por nós. Cada qual queria ajudar mais na hora de misturar os ingredientes. E cabia, é claro, a mãe administrar esse “grande acontecimento” de fazer na nossa casa, pelas nossas mãos, o mesmo produto que comprávamos pronto, nas latinhas.
Todos ao redor da mesa participávamos do “rodízio” – que não era de pizza- mas de misturar os ingredientes que devem ser peneirados sete (7) vezes para se obter uma mistura homogênea, garantindo-se assim o crescimento de bolo, cucas... E ate mesmo para amaciar feijão, carnes, etc.
E não pense que é simpatia, superstição, crendice, o ato de joeirar sete vezes. É lógica química.
Na participação desta atividade tão simples, nos divertíamos e nos maravilhávamos pelo puro ato de “fazer em casa” um produto tão distante de nós – produzido lá na indústria!
Por muito tempo ficávamos sem “fazer” o fermento pela dificuldade na aquisição de um elemento químico e depois por considerarmos inviável economicamente.
Voltando a pratica do tempo de infância, senti que a experiência é impar e tudo volta a ser como outrora.
Ao dividir o produto com algumas amigas, percebo nelas o mesmo encantamento pelo fato de poder fazer o fermento em casa.
Você poderá desfrutar desta experiência e dividi-la com seus amigos seguindo os passos:
RECEITA DE ‘ROYAL’
250 gramas de cremor de tártaro
250 gramas de amido de milho (maizena)
150 gramas de bicarbonato.
Misture os ingredientes em uma bacia. Passe sete (7) vezes na peneira fina para farinha. Joeirar ate passar todo conteúdo para a outra bacia. Guarde em lata ou vidro hermeticamente fechado, em local seco, escuro e arejado.
Embora o custo ($) seja superior ao produto industrializado, é muito gratificante fazer com nossas mãos e, em assim produzindo, você deixa de estar consumindo varias embalagens industrializadas... Experimente!
Na relação custo/beneficio, o meio ambiente também ganha, e muito!
Você vera que, mesmo depois que se deixa de ser criança, a execução de pequenas coisas continua sendo um momento de encanto, magia e economia!
Nome: Janete Teresinha Schuh
Pseudônimo: Neka
Cidade: Segredo - RS
Titulo: A palavra
A palavra
A palavra no nosso dia a dia tem o poder e magia, pois ela facilita a nossa relação com o mundo e possibilita-nos transformar e edificar nossas vidas, para isso é importante que façamos escolhas que fazem a diferença...
Nos, seres humanos, somos dotados de capacidade para nos comunicarmos através da palavra: expressando nossos pensamentos, sentimentos e opiniões.
A palavra proferida, com entonação no momento certo e corretamente, tornou-se um meio eficaz em nossos relacionamentos e forma elos, fazendo com que vivamos saudavelmente. Se quisermos ter uma colheita abundante, devemos semear somente de fé, coragem e otimismo com palavras de incentivo, amoré alegria.
Deduz-se que a palavra é a chave mágica do portal da sabedoria e da paz universal. Ela é o instrumento imprescindível para tornar nossa convivência melhor, porque ela rejuvenesce os nossos sonhos e desperta a paixão pela vida.
Nome: Neiva Marli Bartz Rubert
Pseudônimo: Senhora Triste
Cidade: Segredo - RS
Titulo: Saúde
Saúde
Ter saúde é estar fisicamente, mentalmente e espiritualmente bem.
O ser humano aprende as primeiras experiências de saúde na família, pois quando nasce um bebe esse já recebe cuidados higiênicos como; tomar banho todos os dias, lava-se a boquinha com um paninho branco, tendo cuidados em ter as vacinas em dia para evitar contagio de doenças.
Na escola também são dadas orientações para que se tenha boa saúde. São praticados escovações dentarias, colocado flúor e feito atividades com livrinhos saúde SESC com os alunos para incentivá-los a serem saudáveis.
A saúde depende de vários fatores como, por exemplo, um meio ambiente bem cuidado, com atividades de preservação da natureza, coleta seletiva do lixo, reutilização do que possível, alimentação saudável com alimentos naturais e orgânicos alem de vacinas em dias, horas de laser, trabalho e bom sono.
Porem vivemos num pais em que ainda há muita desigualdade, e sabemos que existem pessoas que não tem acesso a uma boa alimentação, por falta de condições, ou por não ter um bom emprego, ou por não produzir alimentos suficientes em caso de seca na agricultura, ai como poderão se alimentar bem? E se precisarem gastar no medico em caso de doença? É complicado, pois se sabe que para ganhar atendimento quando se necessita nos postos de saúde é preciso ter sorte, o que é comum é dizer não tem vaga.
Alem disso, vemos que algumas crianças têm sua primeira refeição quando é servida a merenda. Isso é muito triste para um pais como o Brasil, onde há grande diversidade de produção e uns políticos ganhando ate mais de cem salários mínimos ao mês e não tem competência de administrar os compromissos com o povo, desviam verbas do turismo, saúde e educação entre outros que poderiam ser usados em beneficio do povo.
Seria muito bem se isso mudasse e todos pudessem ter uma boa alimentação, uma boa saúde e viver bem. Assim a sociedade teria mais paz, harmonia e funcionaria melhor.
Categoria Juvenil - Selecionados de 4° e 10° sem classificação
Nome: Andríeli Bertó
Pseudônimo: Laura
Cidade: Sobradinho - RS
Titulo: Momentos
Momentos
Nos dias de hoje deixamos de perceber o quanto as coisas simples são bonitas e importantes.
Com o passar do tempo vamos dando muita importância as coisas materiais, deixando de lado os gestos e palavras que um dia era essencial em nossa vida.
Antigamente as crianças brincavam com pedrinhas, com bonecas de milho, brincavam de esconder, pega-pega, etc. E as vezes ganhavam apenas um chinelo de presente de aniversario.
Mas hoje essas brincadeiras vão sendo trocadas por jogos de computador, internet e brinquedos que fazem mil e uma coisas.
Deveríamos parar um minuto nesse tempo que não passa depressa para olhar o dia, sorrir para alguém, brincar com os filhos, ler um livro, ou ate mesmo esquecer os problemas e pensar em como a vida é bela. Por que as vezes, só percebemos que esta chovendo quando sentimos gotas nos molhando.
Pensamos tanto no trabalho que muitas vezes nem percebemos quando uma pessoa esta conosco.
Somos capazes de pisar um uma flor, em vez de parar para admirar sua beleza, não conseguimos para apreciar a beleza, sem perceber o quanto somos contemplados com ela, e deixamos de lado amigos e família por coisas fúteis, dando muito valo ao dinheiro, que não passa de um simples pedaço de papel.
Há tempos atrás talvez as pessoas dessem mais valor a vida, coisa que é meio raro hoje em dia, porque aos poucos estamos perdendo a essência de vida.
Deveríamos dar mais atenção a família, amigos e esquecer um pouco do trabalho, dinheiro e perceber o que realmente importa aproveitando cada segundo da vida.
Nome: Felipe Melchior
Pseudônimo: Independência? Democracia? Existe?!?!
Cidade: Sobradinho - RS
Titulo: A Águia
A Águia
Independência ou morte! Essa foi a frase que proclamou nossa independência por Dom Pedro I. Mas eu te pergunto, nos vivemos em país independente?
Independência é ver filas formadas desde as duas horas da manhã, e que em muitas vezes são surpreendidos pela frase – O medico não veio! – elas não voltam para o aconchego de suas casas, elas passam frio, procurando outro hospital, mas chegando a, a sala de espera esta lotada, pessoas esperando ate nos corredores, junto com pacientes em macas improvisadas. Isso é independência? Isso é democracia?
Independência é, as pessoas ficarem enclausuradas em suas casas, atrás de muros altos e cercas elétricas, com a falsa idéia de segurança, pois os bandidos vivem soltos e as pessoas que não devem nada, pagam seus impostos, presos pelo medo. E se os bandidos são presos, são condenados a alguns anos de prisão, mas ficam seis meses, e são soltos por bem comportamento. Isso é independência? Isso é democracia?
Independência é os professores não serem valorizados com um salário digno, não terem uma motivação, eles que preparam os profissionais para exercerem as mais variadas profissões, a maioria bem remuneradas. Isso é independência? Isso é democracia?
Independência é ver os deputados aumentarem seu salário em mais de vinte mil, enquanto uma família, tenta sobreviver com um salário mínimo, trabalhando quarenta horas por semana, enquanto senadores e deputados trabalham bem menos. Isso é independência? Isso é democracia?
Independência é ocupar as horas vagas dos trabalhadores, com a propaganda partidária obrigatória, enquanto a família poderia assistir à novela ou a um filme, enquanto os políticos apresentam seus projetos para o “bem” da sociedade. Isso é independência? Isso é democracia?
Independência é ter diferença social? Poucos têm muito, mas muitos têm pouco. Onde que para essas famílias que tem pouco, faltam as condições básicas de vida como moradia, emprego com salário digno, segurança, alimentação, entre outros. Isso é independência? Isso é democracia?
Por fim, nossa independência só acontecera quando os direitos forem igualados! O Brasil tem que melhorar e muito! Mas sim, independentes, no papel!
Nome: Luísa Steinhaus Lisboa
Pseudônimo: Brunce bigodinho
Cidade: Sobradinho - RS
Titulo: Criminosos
Criminosos
Todos os dias, durante o almoço, meu pai liga o radio para escutarmos as noticias da região. E cada vez mais ouço o radialista narrando crimes e furtos. Anos atrás, o problema aqui era a maconha. E hoje, não tenho duvida de que não sou a única que vê tal droga como um dos menores problemas.
Tenho certeza que cada vezes as mães saem, mandam seus filhos fechar a casa e “só abrirem uma frestinha, para ver quem é”, no caso de alguém bater a porta. Se eu fosse mãe, diria para não abrir Nem uma frestinha.
As pessoas estão perigosas, e eu fico perguntando o que passa pela cabeça de alguém que coloca os outros ao seu redor em risco. Talvez desejo, corroendo a sim mesmo por dentro. As mães também dizem que é por falta de estudo. Talvez sim, talvez preguiça de citar outro motivo?
Já parou para pensar que um criminoso pode ter se tornado um criminoso, não pelo resultado dos próprios erros, mas por ter ido na onda de um “amigo”? Deve ser por isso a tamanha preocupação dos pais em saber onde seus filhos estão, com quem, e fazendo o quê.
Em abril assisti a uma palestra- a melhor que eu já assisti sem dúvida nenhuma – na qual o palestrante listava os quatro passos para o sucesso. Um deles, ter ao seu lado pessoas de confiança. Tenho certeza que se pensar um pouco, você vai encontrar mais de um infeliz motivo que tornou um futuro prodígio em um “bad boy”
E aqui em Sobradinho, cerca de dois, ou três por cento da população é perigosa. Sei que tal assunto é bem mais complexo do que a humilde crônica que aqui estou a narrar, mas em meio – ou mesmo distante, por que nunca se sabe quando alguém vai cometer um erro fatal- a pessoas perigosas, o importante mesmo é se proteger e proteger nossa família ao Maximo possível. Tanto dessas pessoas quanto desse frio que só no sul faz. Mas “é assunto para outra crônica” talvez em breve.
Nome: João Lucas Habekostc Freitas Rubert
Pseudônimo: Fucas
Cidade: Sobradinho - RS
Titulo: Duzentos Milhões
Duzentos Milhões
Sou o brasileiro de numero duzentos milhões, faz três dias que nasci, e já penso em como vou viver neste mundão, cheio de gente, que são ate mais que quatro vezes o meu tamanho. Já quando nasci tinham muitos desses grandalhões em volta de mim. Naquele momento, me senti especial, pois recebi o numero de duzentos milhões, mas penso que nesse mundo cheio de poluição, tecnologia, violência não seta fácil viver.
Vejo minha mãe falando para meu pai que como tenho apenas três dias de vida não iria conseguir se comunicar comigo, mas eu apenas não conseguia responder. Tratei de aprender e falar logo, e ai, travei um bom dialogo com os dois.
Sempre achei que meu mundo seria só alegria, mas não, agora já entendo melhor as coisas, vejo que para se ter uma vida digna hoje em dia é preciso de muito estudo, dedicação, esforço e suor. Isso é necessário porque estamos vivendo em um mundo de acentuado desemprego. Para se ter bastante estudo é preciso ter muita vontade, pois essa atividade exige muita dedicação.
Já estou garantindo e penso em que vou fazer no futuro. Tenho 13 anos e fazendo a sétima serie, penso em fazer astrologia, sei que é meio estranho (na minha opinião é claro) mas é o que eu quero, talvez pelas viagens que eles realizem.
Na adolescência, vejo minha vida um saco, minha mãe acha que sou seu emprego quando me manda lavar a louça, ou ate mesmo tirar o pó dos moveis, para que tudo isso se ela pode fazer? La em casa, meu pai e eu brigamos muito, eles me falam que sou rebelde, mas dizem como se fosse normal, porque todos da minha idade são assim.
Meus pais não me deixam sair, ir a festas com meus amigos, eu tenho fazer que eles me permitam ir na marra, mas só consigo piorar as coisas.
Minha primeira festa foi aos 16 anos, não quero entrar em muitos detalhes, mas posso adiantar que estou apaixonado. Cheguei em casa um pouco fora do normal, por causa da bebida, e minha mãe já se arrependeu de ter deixado eu ir. Ela é muito apegada em mim. Mas ate parece que nunca teve os seus 16 anos, e aposto que ela fez coisa muito pior.
Dezoito finalmente, parecia que nunca chegaria. Ganhei do meu pai um carro. Usado mas era meu, ele falou que a carteira era por minha conta. Vejo que o transito mudou muito de um tempo para cá, é difícil se achar lugar para estacionar, acontecem milhares de acidentes em apenas um dia, são muitos os problemas de transito, eu demoraria para conseguir falar todos. Com 18 anos, vi que o que eu quero realmente na é cursar astrologia, a fazer viagens malucas. Mas sim, medicina e cuidar das próximas gerações. Sei que vou conseguir se me dedicar muito aos estudos, e tiver muita força de vontade. Quero passar em uma federal, o que é o sonho de quase todos os estudantes, mas medicina é uma das mais concorridas. Quero ser um bom medico bem sucedido e comemorar com o nascimento do brasileiro de numero trezentos milhões.
Vinte e cinco anos se passaram, e eu consegui conquistar um dos meus objetivos, me formar em uma universidade federal de medicina. Já consegui um emprego em um hospital publico, estou bem de vida, ate porque medico não ganha pouquinho, não é? O começo de tudo esta ótimo. Já ajudei muitas pessoas que precisavam de mim. Agora os casos de morte por câncer são raros com o uso de vacinas, que não eram existentes no passado. Essa foi um dos grandes avanços na área de medicina. O transplante tornou-se uma pratica comum e, em todos os hospitais há recursos para a retirada de órgãos. A AIDES, que já matou muito no passado, hoje esta sob controle. Atualmente morrem por estresse e pela poluição do ar, das águas e dos alimentos.
Muitos anos se passaram e eu tive uma vida digna, conquistei muitas coisas que eu queria, uma delas ajudar no nascimento do brasileiro de numero trezentos milhões. Hoje com quase 65 anos, infelizmente descobri que ajudei tanta gente na minha vida e agora eu preciso de ajuda, pois tenho uma doença rara causada por altos índices de radiação, e o casa é grave. Os especialistas falaram que tenho uma semana de vida apenas. Apesar de sentir a aproximação da morte, estou em paz, pois cumpri o meu papel como cidadão e como profissional.
Nome: Nadyanni Andres
Pseudônimo: Lola
Cidade: Segredo - RS
Titulo: Meu Mundo
Meu Mundo
Meu mundo pede ajuda, grita por socorro, não agüenta mais viver em um lugar com tanta poluição, com tantas tragédias, com tanta violência.
Meu mundo se pergunta por que para nos é mais fácil jogar um papel no chão, do que jogá-lo no lixo. Meu mundo se pergunta, porque existe tanta gente sofrendo, sem ter um teto para se abrigar, sem ter água para beber, sem ter comida para se alimentar, meu mundo pergunta sim, ele pergunta e tenta ajudar mostra o que devemos fazer para ajudá-lo, mas o ser humano, este sim, que diz ser o único ser capaz de pensar, simplesmente ignora os chamados de ajuda do nosso planeta parar para ver a situação que a própria casa se encontra.
Meu mundo chora ao ver as pessoas morrendo de sede, e outras morrendo afogadas. Meu mundo chora ao ver o homem destruir florestas inteiras, se assunta ao ver milhares de pessoas mortas, meu mundo se entristece ao ver tanta fumaça sair das chaminés das fabricas.
Meu mundo, que é a nossa moradia, que nos dá alimentos, que nos da água, que nos dá condições de vida, este sim, nem ao menos é lembrado nas orações, esta acabando, suas riquezas terminando, o que será dos grandes milionários que usam de nossas riquezas para enriquecer mais e mais a cada dia? O que será dos grandes produtores, quando não existir mais chuva para regar suas plantações? O que será de todos nós, quando não existir nenhuma gota d’água? Será que vamos nos conscientizar de que nosso mundo pede por ajuda? Mas será, que nesse momento, já não vai ser tarde demais? Pense, entenda, ajude agora! Amanha ou depois pode ser tarde demais para salvar algo tão imenso e importante para nós. Respeite e valorize sua vida! O nosso planeta agradece.
Nome: Uilian Pavanatto Rodrigues
Pseudônimo: LávoEuuuu
Cidade: Passa Sete - RS
Titulo: O Prazer dos Loucos
O Prazer dos Loucos
Dormir, trabalhar, pagar impostos, comprar, comer e dormir de novo. Há quem diga que esse é o resumo da vida de todo ser humano. Em tempos onde o capitalismo selvagem, cercado pela tecnologia propensiva e atenção que nos faz escravos do ultimo lançamento, só o que vejo é propaganda. No outdoor, na TV, no jornal, na internet, na rua; em todo canto há uma enxurrada de anúncios. Não é a toa que ficamos expostos em media mais de quatro horas por dia em meio a estes. Seria realmente necessário este exagero? Talvez este seria o preço do desenvolvimento tão sonhado para nossas cidades.
Sem duvida nosso atual sistema econômico não é nada favorável a qualidade de vida, já que ele tenta substituir ate mesmo nossos sentimentos com bens materiais e prazeres consumistas. Um BM exemplo é o tão esperado Natal, onde vale mais um bom presente do que estar com a família. Para consumir dedicamos boa parte de nossa vida unicamente para esse fim.
Tudo parece ser tão artificial, na atualidade, quando a nossa comida, que é abastecida constantemente de corantes e conservante para gerar mais lucros. E a saúde? Ahhh, a gente faz uma reportagem, cheia de anúncios por sinal, sobre o perigo desses alimentos, mas só a exibe na madrugada, para evitar prejuízos à cadeia econômica.
E os pobres desamparados? Estes para entrar nesse ciclo econômico só pelas mãos do voto que, vendido por qualquer trocado, servem para satisfazer seus pequenos sonhos atiçados pelos constantes anúncios, que por outro meio, infelizmente, só o roubo satisfaz. E se todas as pessoas têm esse direito do “ter” por que só o pobre não teria, afinal os fins justificariam os meios.
Já deu para notas o quanto estamos alienados com os prazeres do consumo. Destruímos a natureza, e, para amenizar esses impactos, fazemos no Maximo um “alarme fórum de discuções sobre a tragédia ambiental”, que na pratica não resolve muita coisa. Por quê? Talvez pelo simples fato de que eu e você somos loucos por aquele ultimo lançamento o que obriga a indústria a produzir mais e mais, devastando nosso querido lar. A ganância é tão feroz que nem mesmo conseguimos pensar no outro lado da historia. E amanhã??? Ate quando vamos viver escravamente por esta, passando por cima de tudo. Não seria hora de dizer um basta e zelarmos ao menos por nossa integridade como seres humanos?! Nessas condições eu realmente não sei mais quem são os loucos...
Nome: Cristiana Bernardy
Pseudônimo: Lika
Cidade: Segredo - RS
Titulo: Cuide da Vida
Cuide da Vida
Cabe a cada um de nos preservamos a vida no nosso planeta e faz-se necessário que tomemos atitudes que contribuam para a sua proteção, assumindo assim, o dever de cuidar dele.
A preservação do meio ambiente é de muita importância, pois ela garante a sobrevivência das futuras gerações, a qual visa o nosso bem-estar, qualidade de vida e o equilíbrio ambiental. Com pequenas ações obtermos grandes resultados, se cuidarmos do lugar em que vivemos, nosso vida será mais saudável e harmoniosa. Agindo desta maneira, consequentemente, seremos mais saudáveis, contribuindo para que o nosso meio ambiente fique inteiro. Você esta fazendo a sua parte? Pense, reflita e parta para a ação... Que ações podem realizar para preservá-lo? Comece agora!
O planeta precisa da nossa colaboração. Tenha uma consciência ecológica e cuide bem dele, com muito amor, tomando o seu lugar o melhor para se viver! Vamos colocar em pratica ações que busquem a qualidade do meio ambiente.
Temos que ser gratos pela nossa vida e todo o bem que nos cerca usando os recursos naturais de forma racional, consciente e sustentável. É nossa responsabilidade proteger a nossa vida e as dádivas da natureza: solo, plantas, ar, água, animais... Para que todos possamos viver bem.
Categoria Infantil - Selecionados de 4° a 10° sem classificação
Nome: Ana Caroline Mergen
Pseudônimo: A menina Sonhadora
Cidade: Segredo - RS
Titulo: Saúde
Saúde
Saúde é o bom estado físico, mental e espiritual do ser humano.
Para isso é preciso ter higiene pessoal, com os alimentos e com o ambiente onde vivemos.
O ser humano aprende desde bebê as primeiras experiências de higiene. O bebê recebe cuidados como banho diário. Lava-se a boquinha dos recém nascidos com um paninho e água, evitando doenças, também recebem vacinas que ajudam evitar contagio de doenças.
Para termos saúde é fundamental uma boa alimentação com frutas, verduras e cereais entre outros. É importante a higiene com os alimentos bem como os cuidados em armazenar na geladeira e no armário e cuidar bem a higiene pessoal.
Também precisamos praticar esportes, ler bons livros, dormir nas horas certas e ter horas de lazer.
Alem disso, é importante ajudar os nossos pais nas pequenas tarefas do lar e estudar com boa vontade para sabermos ser responsáveis por nos, apesar de existir tantos problemas nos setores que prestam assistência a saúde, precisamos aprender desde pequenos como agir em defesa da nossa saúde e de nossa vida.
Nome: Eloi Kipper da Rosa
Pseudônimo: Loi
Cidade: Segredo - RS
Titulo: A Casa
A Casa
Em setembro os pedreiros começaram a construir a casa da minha vó. De manhã eu vou à escola e de tarde eu ajudo os pedreiros.
Por primeiro, eu coloco os tijolos num carrinho de mão, ai levo ate a casa que esta sendo construída, para ajudar os pedreiros e para que a casa fique pronta mais rápido.
Eu gosto de fazer isto, pois estou ajudando as pessoas e quando eu crescer sei que poderei olhar para a casa de minha vó e me sentirei feliz e com muito orgulho em saber que naquela casa tem um pouco de mim.
Nome: André Gustavo Lago
Pseudônimo: Dé
Cidade: Sobradinho - RS
Titulo: O Traidor
O Traidor
Era uma vez um reino muito bonito, porem ele vivia em constante confronto com outros reinos ambiciosos, por isso eles tinham verdadeira fortaleza para se proteger.
Ate mesmo um dia um homem desse reino se vendeu para o inimigo por moedas de ouro e em troca ele revelou a fraqueza da fortaleza.
Os inimigos invadiram o reino, passando facilmente pela fortaleza e matando todo mundo que por lá vivia.
Então, o homem que se vendeu para os inimigos ficou pensando: será que valia a pena a morte de um reino inteiro por apenas miseras cem moedas de ouro?
Esse homem se arrependeu profundamente, mas não adiantava mais chorar pelo leite derramado.
Nome: Aline da Silva
Pseudônimo: Mônica
Cidade: Sobradinho - RS
Titulo: Um Pouco das Estações
Um Pouco das Estações
A chegada da primavera no Brasil é um espetáculo, todas as pessoas planta flores, quando eles crescem são colhidas e assim vão de dia a dia. As crianças aproveitam e fazem balanços, brincam, etc. as pessoas se agitam, fazem festa e tudo mais. Mas tudo tem fim, a primavera acaba e começa uma nova estação.
A primavera acabou e agora é o verão que nasceu, e o sol raiando o dia é a maior alegria nas ruas, não é todo mundo, mais é uma grande quantidade de gente que viaja para a praia e para outros lugares interessantes de conhecer e de explorar. Tudo parece festa, parece alegria, mas também esta estação esta para acabar.
E ai sim, é uma estação fria, mas divertida. Não é em todo lugar, mas em uns quantos estados, países e cidades que caem neve. Aqui a geada de manhã e também temos que nos agasalhar bem, tanto de manha e de noite, quanto tarde. Meses vão, meses vem e mais uma belíssima estação, o inverno, então agorinha mesmo vamos conhecer outra estação do ano, não estão tão fria, mas da pra fazer.
E agora vamos ver a estação que se chama outono, outra estação gostozíssima, no outono também é tempo de frio, é bom também sentar e tomar café morno, não tão quente e bem gostoso, depois no jantar, comer uma lentilha bem quentinha, depois sentar no sofá e olhar TV com a família. E tudo vai bem!
Conversa vai conversa vem e esta historia acaba, não botei as estações em ordem, mas posso tentar: verão, outono, inverno e primavera e depois verão novamente para o ano seguinte.
Nome: Jessica Daiana Mergen
Pseudônimo: Kéka
Cidade: Segredo - RS
Titulo: Escola
Escola
Eu adoro ir à escola, porque há muitas pessoas legais. Os professores são muito queridos e ajudam na aprendizagem dos alunos.
Eles ensinam o que é certo e o que é errado, ensinam a ler, a escrever, o que nos torna pessoas sabia , pois quem lê viaja, sonha, transforma o imaginário, no real.
O que mais gosto quando chego à escola é encontrar com os amigos que acontece através da troca de experiências, com muitos projetos que envolvem as datas comemorativas: 7 de setembro, festas juninas, teatro, festival da canção, poesias, dia do gaúcho...
Por isso é que o ambiente escolar é muito legal, pois alem da aprendizagem que é necessária para nós, alunos, ainda contamos com muita amizade dos colegas, professores e funcionários, sendo que neste local formamos uma grande família.
Nome: Elisa Karem de Oliveira
Pseudônimo: Fada Rosa
Cidade: Sobradinho - RS
Titulo: Quem vê cara não vê coração
Quem vê cara não vê coração
Era uma vez uma menina chamada Bruna. Certo dia, ela estava com sua amiga na escola e a sua professora falou:
- hoje temos uma colega nova, ela se chama Tais.
Taís era tímida e quando ela e quando ela entrou na sala, Bruna comentou com sua amiga:
-Ela é feia e deve ser chata.
No recreio, Bruna estava só olhando para Taís e comentou com os colegas:
- Não suporto ver essa garota, ela é muito feia, me da ânsia olhar para ela.
Taís foi falar com Bruna:
-Bruna, você quer ser minha amiga?
-Você acha que sou amiga de gente feia!
Passaram os dias, todo mundo deixou de ser amigo da Bruna e começaram a ser amigos de Taís.
A amiga de Bruna falou:
-Bruna, você disse que Taís era feia, mas quem vê cara não vê coração.
Depois desse dia Bruna deixou de julgar os outros por ser bonito ou feio, mas sim pelo que são por dentro
Taís e Bruna ficaram amigas.
Nome: Maria Celeste Souza de Borba Krug
Pseudônimo: Aurora
Cidade: Segredo - RS
Titulo: Bullyng
Bullyng
A hora de tratar o Bullyng é agora. Praticar violências, dar apelidos ofensas, espalhar mentiras, porem causar grandes problemas, tanto para quem o pratica, quanto para aquele que sofre a agressão.
A escola é um local de muitas situações iguais a estas, entre alunos, jovens e professores, pois alguns adolescentes são violentos com os colegas e ofendem por qualquer motivo, entre eles: o racismo, aparências, a vestimenta e pela diferença de classe social.
Esta sendo divulgado através de palestras e alertado não somente nas escolas, mas em todos os lugares, sobre as conseqüências do Bullyng. As pessoas que testemunham sobre ele, na grande maioria, alunos convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem serem as próximas vitimas das atrações. No espaço escolar, quando não ocorre uma intervenção por parte da direção e professores contra o Bullyng, ficam contaminado, os alunos são afetados negativamente e enfrentam sentimentos de medo e ansiedade.